Carisma, talento e amor pela vida no campo. Esses são os ingredientes que fizeram de Mano Walter um dos artistas mais queridos do Brasil. Nascido em Quebrangulo, no interior de Alagoas, no dia 13 de julho de 1986, José Walter Tenório Lopes cresceu entre o gado e as vaquejadas, herança do pai, um pecuarista apaixonado pela vida rural.
Desde menino, Mano já mostrava que o sertão corria em suas veias. Aos poucos, o vaqueiro virou cantor — e o cantor virou um fenômeno nacional.
Filho da professora Elineusa Tenório Cerqueira e do pecuarista Djalma Lopes da Silva, Mano Walter aprendeu cedo o valor da simplicidade e do trabalho.
Começou a cantar e compor ainda criança, inspirado pelas viagens com o pai às vaquejadas. Fez escola técnica, cursou engenharia agrícola e até pós-graduação em segurança do trabalho, mas foi a música que o conquistou de vez. Com o apoio da família, gravou o primeiro CD — bancado pelos pais — e nunca mais parou.
A trajetória do vaqueiro alagoano é feita de luta, fé e superação. Entre estradas longas, perrengues e até acidentes, Mano Walter seguiu firme com seu sonho. Quando viu suas músicas tocando nas rádios, soube que o destino já estava traçado.
O sucesso chegou com a força de um galope. Com canções como “O Que Houve?”, “Juramento do Dedinho”, “Pancada de Morena” e “Não Deixo Não”, o cantor conquistou o país, levando o estilo do vaqueiro para os grandes palcos.
Em 2016, gravou o primeiro DVD oficial em Maceió, com participação especial de Marília Mendonça — parceria que entrou para a história do forró e do sertanejo. A música “O Que Houve?” ultrapassou 200 milhões de visualizações no YouTube e consolidou seu nome entre os maiores artistas do gênero. Três anos depois, Mano Walter foi indicado ao Grammy Latino com o álbum “Ao Vivo em São Paulo”, na categoria Melhor Álbum de Música Sertaneja.
Hoje, com 1,4 milhão de ouvintes mensais em uma plataforma de músicas, Mano Walter é sinônimo de sucesso e autenticidade. O vaqueiro moderno que não esqueceu suas raízes. Casado com a ex-miss Débora Rosângela da Silva, é pai do pequeno José, e segue levando na bagagem o orgulho de representar o homem do campo, o nordestino e a força da música popular brasileira.
E é com essa energia contagiante que Mano Walter sobe ao palco da 42ª ExpoAlta Altamira, no dia 8 de novembro, durante a quarta noite do evento. Criada na década de 1980, a Feira de Exposição Agropecuária de Altamira é o maior evento de agronegócio da região do Xingu e retorna em 2025 após cinco anos.
Realizada de 5 a 9 de novembro, no Parque de Exposições Antônio Inácio de Lucena, a ExpoAlta promete reunir mais de 100 mil pessoas, 200 expositores e movimentar cerca de R$ 120 milhões em negócios. A entrada é gratuita.
Além de Mano Walter, o público vai curtir shows de Leonardo, Humberto & Ronaldo, Natanzinho Lima e Leandro Borges — um encontro de estilos que celebra a música, a tradição e a força do interior brasileiro.
E as atrações da ExpoAlta vão muito além dos palcos. Durante os cinco dias de evento, o público poderá acompanhar rodeios emocionantes, leilões, fazendinha, exposições de animais, provas de três tambores e uma ampla programação técnica voltada aos produtores rurais da região do Xingu. Nesta edição, a feira traz ainda uma novidade especial: o concurso Rainha ExpoAlta, que promete encantar o público e valorizar a beleza e a representatividade das mulheres do campo.
A 42ª ExpoAlta Altamira 2025 é uma realização da Prefeitura de Altamira e do Sindicato dos Produtores Rurais de Altamira (Siralta) e conta com o apoio do Governo do Brasil, por meio do Ministério do Turismo, do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário do Pará (Sedap), do Banco do Estado do Pará (Banpará), da Heineken, da Amstel, da Coca-Cola, dos deputados federais Júnior Ferrari, José Priante e Joaquim Passarinho e do deputado estadual Aveilton Souza.


