Prefeitura avança na recuperação das estradas da Gleba Assurini

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A recuperação das estradas na Gleba Assurini segue em ritmo acelerado. A Prefeitura de Altamira, por meio da Secretaria Municipal de Obras, Viação e Infraestrutura (Semovi), mantém frentes de trabalho simultâneas no Ramal WS, no Travessão do Cajueiro e no Travessão da Firma.

Trabalhos estão sendo executados de forma simultânea no Ramal WS, no Travessão do Cajueiro e no Travessão da Firma.

As equipes realizam terraplanagem, reabertura e ampliação das estradas, além de instalar manilhas em pontos de alagamento.

Mas o trabalho não se resume a máquinas. Ele chega diretamente à vida dos moradores. E cada um deles guarda uma história com essas estradas.

Terraplanagem, reabertura e ampliação das estradas, além de instalação de manilhas são os trabalhos executados.

André Paiva mora há muitos anos no Travessão do Cajueiro. Para ele, cada inverno era sinônimo de sofrimento. Antes, o caminho até a balsa — cerca de 100 km — consumia dias. A lama prendia carros e caminhões. Havia trechos em que a estrada simplesmente desaparecia.

“Agora é um serviço de qualidade”, disse o morador do Travessão do Cajueiro, André Paiva.

Hoje, André fala com alívio. “Aqui era um pouco intrafegável, era muito ruim, inverno chegava, então tinha muitos baixões. Agora é um serviço de qualidade. Levantaram mais de quase um metro a terra, hoje você vê a estrada aí está a 100%.”

Enquanto observa as patrols e caçambas a trabalhar, ele lembra de como antes só “rapavam a estrada”. Agora, vê material de verdade, aterro alto e drenagem adequada. Vê máquinas que nunca tinham trabalhado ali.

E, pela primeira vez em muitos anos, acredita que o próximo inverno será diferente. “O tanto de tempo que eu moro aqui, não tinha dessa qualidade não. O prefeito está de parabéns, hoje está botando material nas estradas. Isso é que importa.”

Lourival Sousa vive há 25 anos no Travessão da Firma onde agora as máquinas trabalham. Ele sabe de cor cada buraco e cada trecho onde o carro atolava. O baixão perto da sua casa era famoso pela dificuldade. Em muitos anos, nunca tinha recebido uma obra completa.

Lourival Sousa mora há 25 anos no Travessão da Firma.

Agora, ele sorri ao ver o resultado. “Esse baixão aqui nunca tinha sido feito um serviço como foi feito agora. Antigamente as patrulhas só passavam e eu só fundando, fundando mais. Esse ano, graças a Deus, foi feito um serviço bem feito.”

Lourival acompanha tudo de perto. Gosta de observar o ritmo da obra e garantir que o trabalho está a avançar. “Rápido e bem feito.” Repete firme, orgulhoso.

Sirlene Santos mora no Ramal WS. Estava habituada ao cenário: lama, escorregões, carros presos, vizinhos a empurrar veículos. Nos últimos anos, era sempre assim. Quando chovia, ninguém passava.

Agora, a paisagem mudou. “Aqui tava feio, oh. Quando chovia, meu Deus do céu, era horrível mesmo. Hoje, graças a Deus, o ramal tá tudo limpo, os travessões, os moradores estão muito felizes.”

Ela calcula que mais de 45 famílias dependem diretamente daquela estrada. É gente que precisa ir e vir todos os dias. E reconhece o impacto: “Vai beneficiar as famílias daqui do travessão.” O sorriso confirma mais do que as palavras.

“Vai beneficiar as famílias daqui do travessão”, afirmou a moradora Sirlene Santos.

O secretário de Obras, Viação e Infraestrutura, Osmar Oliveira, acompanha cada ponto de intervenção. Ele lembra que parte das máquinas em operação foi recuperada pela Prefeitura este ano.

Equipamentos que estavam abandonados no mato, sem uso, e hoje trabalham novamente graças ao investimento público. “É máquina recuperada com o seu dinheiro, imposto que você paga. Essa é a diferença de uma gestão transparente.”

Osmar Oliveira (de camisa preta), acompanha cada ponto de intervenção.

Segundo ele, somente na região do Assurini são três máquinas recuperadas e já em plena atividade. Osmar explica que os baixões do Travessão do Cajueiro eram um desafio constante.

Agora, receberam aterro, drenagem e estrutura para durar muitos anos. “Era um local que no inverno ficava intrafegável, cortado literalmente”, finalizou o secretário.

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